Landamarks. O que são? Quem os Criou? Quantos existem? Para que servem? Quais nós adotamos?


A GLOMEB por ser uma Potência Regular e Simbólica, desde a sua fundação, adotou os LANDMARKS de Albert Pike, por entender que são mais lógicos e principalmente pela autoridade de Pike no assunto Maçonaria.

A palavra inglesa "landmark", literalmente, significa marco de limite, marco miliário; figuradamente,significa ponto de referência. No idioma vernáculo, podem ser usados os termos limite, ou lindeiro.

Limite, do latim: lime, itis,designa a linha de demarcação existente entre terrenos, ou territórios contíguos; o marco, a baliza, a raia, ou fronteira natural, que separa um país de outro; o ponto máximo, que não se deve, ou não se pode ultrapassar.

Lindeiro, com a mesma origem etimológica, designa o que é relativo a linde, ou seja, limite, raia, marco, baliza.   Também se usa a forma landmark.    

 O vocábulo "landmark" surge, pela primeira vez, na compilação dos Regulamentos Gerais de 1721, incluídos na Constituição de Anderson, onde o 39º e último dos regulamentos diz:

"Cada Grande Loja anual tem o inerente poder e autoridade para modificar este Regulamento, ou redigir um novo, em benefício da Fraternidade, contanto que sejam mantidos invariáveis  os antigos landmarks....

 Desta maneira, pode-se concluir que a Regras, ou Landmarks, não eram aquelas expressas nos Regulamentos Gerais, mas, sim, normas não escritas.
Considerando, então, que existiam esses limites, que regulam a atividade e o comportamento ético dos obreiros, consuetudinários, ou já expressos na Constituição de Anderson, surgiram, a partir da metade do século XIX, diversas classificações de landmarks, com maior ou menor número deles.
E a maior parte não resiste a uma análise crítica profunda, pois a maior parte dos conceitos nelas alinhavados não representam reais antigos limites, ou antigos e universais costumes da Ordem, os quais, paulatinamente, foram sendo estabelecidos, como regras básicas da atuação maçônica.

Na realidade, para que uma regra seja considerada um verdadeiro limite, ela deve ser imemorial, espontânea e universalmente aceita, o que, na verdade, não ocorre com a quase totalidade das classificações conhecidas (mais de 60).

Classificação de Pike


Albert Pike (1809-1891) foi um célebre maçom norte-americano, nascido em Boston. Poeta, advogado e militar --- que chegou ao generalato --- foi Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho da Jurisdição Sul dos Estados Unidos.

Sua obra principal é "Morals and Dogma", de 1871, onde estuda os Altos Graus, um a um.

Sua classificação de landmarks foi resultado de um amplo estudo e de uma arrasadora e erudita crítica contra o emaranhado de falsos limites, apresentados pelos autores da época, incluído, aí, o seu discípulo Albert Gallatin Mackey. Para Pike, os landmarks são apenas cinco:

 

 1º - A necessidade dos maçons  reunirem-se em Lojas;

 

 2º - O governo de cada Loja por um Venerável Mestre e dois Vigilantes;

 

 3º - A crença no Grande Arquiteto do Universo e numa vida futura;

 

 4º - A cobertura dos trabalhos da Loja ;

 

 5º - A proibição da divulgação dos segredos da Maçonaria, ou seja, o sigilo maçônico.

 

 



 

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